Mostrando postagens com marcador ESPOTES COLETIVOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ESPOTES COLETIVOS. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, março 22, 2012

O voleibol sob uma nova roupagem


Quando compramos uma nova roupa significa que aquela que tínhamos não nos serve mais, ou simplesmente, queremos inovar nosso vestuário. Quando tratamos da roupagem do volei, essa analogia torna-se um pouco mais complexa, porém, segue a mesma lógica.
Se há uma nova roupagem, é porque a antiga foi substituída por não servir mais, ou porque se fez necessário uma inovação?
A trajetória do volei realmente tomou novos rumos quando foram iniciadas as parcerias com empresas. Uma nova roupagem foi elaborada, iniciaram-se as associações esportivas que proporcionam uma nova caminhada para essa modalidade esportiva.

De acordo com essa nova realidade, muitas mudanças aconteceram no contexto do voleibol. Os dirigentes trabalharam sob novas perspectivas, obtendo novas visões sob a forma de dirigir suas equipes em comparação aos primeiros campeonatos brasileiros. Fica evidente que a estrutura profissionalizante do voleibol não se estruturou de imediato, mas a maioria dos clubes se esforçou para isso. A criação do voleibol como forma de lazer dá lugar ao negócio, os empresários enxergam neste esporte possibilidades da divulgação de seus produtos. 
A década de 80 foi primordial nessa passagem do voleibol ao mundo dos negócios. É o período de grandes contratos publicitários e da grande cobertura da mídia, assim como, de grandes premiações nos torneios internacionais. Foi uma época de adequação ao formato televisivo (MARCHI JR., 2001).
No conjunto das adequações, o tempo de partida deveria ser diminuído, para compor, de forma previsível, a programação da televisão.
Assim foi introduzido um novo sistema de pontuação, no qual a vantagem é eliminada e passa a prevalecer a pontuação direta, ou seja, no sistema único de “tie-break”. As partidas teriam um maior número de pontos para que não terminassem tão rapidamente. Subiu para 25 o número de pontos necessários para a vitória de um “set”.
O volei foi, então, adequado à previsibilidade de tempo de partida, condição para tornar-se espetáculo televisivo. Isso não aconteceu ainda com o tênis, por exemplo! É freqüente a exibição de partidas de tênis em TV “aberta”?
O tênis é um típico esporte que não interessa à televisão, por não possuir uma previsibilidade, o tempo pode variar de uma, até quatro horas.
Cabe um questionamento sobre a divisão existente entre televisão aberta e a televisão fechada. Você saberia dizer qual o motivo desta divisão? Quem pode hoje, no país, ter em suas casas a televisão fechada (paga)? É evidente que o processo de elitização não ocorre somente no
esporte de modo geral, ocorre principalmente na sociedade como um todo. O acesso às televisões fechadas é restrito àqueles que podem pagar por este entretenimento. Aos demais, resta a TV aberta e suas ofertas de diversão massificadas.
Outra exigência para que a espetacularização do voleibol se efetivasse, foi a necessidade de evolução técnica e tática dos jogadores, para que a bola não caísse rapidamente e a partida terminasse em pouco tempo. As regras neste momento foram alteradas com o objetivo de ajustar o jogo, de forma que o espetáculo fosse mais “belo” e suficientemente duradouro aos olhos do telespectador.
Ainda atendendo as necessidades de espetacularizar o voleibol, houve a inserção de bola colorida. Isso objetivava tanto facilitar a marcação do árbitro  quanto a visualização e o acompanhamento do telespectador.
Outra alteração significativa, inserida para impor uma forma ainda mais espetacularizada, e que mexeu de forma direta no tempo de bola em jogo, foi a criação de um jogador com função específica, defender. O líbero foi criado para que a bola não tocasse o chão com tanta facilidade.
Com as novas regras, o saque pode tocar a fita, aumentando a expectativa. O técnico teve sua área ampliada para toda a extensão de seu lado da quadra, o que aumentou a interatividade entre público, técnico e jogadores.
O tempo destinado às equipes também sofreu alterações. O motivo pelo qual foi instituído o chamado tempo “técnico”, no oitavo e décimo sexto ponto, foi oportunizar o anúncio dos produtos dos patrocinadores para que possam vender suas imagens ao grande público. Essa alteração, provavelmente, tenha passado despercebida ao conjunto de espectadores, porém coloca, de maneira definitiva, o voleibol como um negócio muito interessante para os diversos investidores. 

fonte: Livro didático público Educação Física / vários autores. – Curitiba: SEED-PR, 2006. –248 p.
ISBN: 85-85380-32-2

SURGIMENTO DO ESPORTE ESPETÁCULO


A evolução do esporte até tornar-se “espetáculo” aconteceu de forma “natural”, pois, no sistema capitalista, um fenômeno aceito e incorporado tanto pela classe trabalhadora quanto pela classe dominante não poderia passar despercebido. Assim, o esporte, principalmente depois da Segunda Guerra Mundial, passou a ter conotações mercadológicas.

O esporte, na segunda metade do século XX, assumiu grande relevância social. Para muitos praticantes, esse fenômeno representava uma forma de status e, principalmente para as classes menos favorecidas, era o meio mais rápido de ascensão social.

Os meios de comunicação de massa contribuíram para a divulgação e ajudaram a criar essas “falsas ilusões”, valorizando o esporte e tornando-o uma mercadoria de consumo.

Mas você sabe por que aconteceu isto?     Para atender aos interesses de quem?

Alguns pesquisadores escrevem sobre este tipo de desvirtuamento que o esporte foi submetido:

Proni (1998, p. 93), com base nos estudos de sociólogos, argumenta que:

 “(...) antes do domínio da televisão, mudanças nas regras, estrutura e calendário foram introduzidos para aperfeiçoar o esporte ou incrementar a assistência das partidas. A partir do momento que o controle econômico se deslocou para a televisão, mudanças foram introduzidas para agradar os telespectadores ou gerar mais receita com propagandas”.

Um dos exemplos mais claros seria a questão da exploração da mídia sobre o voleibol, o qual teve suas regras alteradas em favor de interesses da televisão, como no caso da exclusão da “vantagem”, e também a inserção do “tempo da TV” que acontece sempre no oitavo e décimo sexto ponto de cada set.


fonte: Livro didático público Educação Física / vários autores. – Curitiba: SEED-PR, 2006. –248 p.
ISBN: 85-85380-32-2

EVOLUÇÃO DO ESPORTE ATÉ A PROFISSIONALIZAÇÃO


                  
“O esporte que conhecemos hoje é fruto de profundas transformações sociais ocorridas com o advento da chamada Revolução Industrial na Europa dos séculos XVIII e XIX, com origens, sobretudo, inglesas.” (BETTI, 2004, p.17)

Para entender o processo histórico em que surgiu o esporte, tão apreciado pela sociedade contemporânea, é necessário compreender algumas das transformações sociais que ocorreram naquele contexto.

Entre os séculos XVI e XVIII, a sociedade européia era organizada em estamentos, ou seja, a posição dos sujeitos na hierarquia social era definida pelo seu nascimento. As pessoas que descendiam da nobreza tinham direitos e privilégios sociais muito maiores que o povo.
Mesmo a burguesia, grupo social que se desenvolveu aos poucos, ao longo daquele período até conquistar o poder econômico, não gozava  dos mesmos direitos que os nobres.

Essa situação passou a ser questionada mais intensamente, no século XVIII, pelos filósofos franceses do movimento iluminista. Estes filósofos opunham-se ao poder absolutista do rei, à intervenção deste na economia, aos privilégios do clero e da nobreza e defendiam a igualdade jurídica, a separação dos poderes e a liberdade econômica. As idéias desses pensadores influenciaram as revoluções que levaram a burguesia a conquistar o poder político, como a Revolução Francesa, ao final do século XVIII, e a organização política contemporânea. Veja  o que Jean-Jacques Rousseau pensava a respeito da desigualdade entre os homens: A burguesia, classe que passou a ter forte influência sobre as demais, utilizava-se da prática esportiva como forma de normatizar e disciplinar seus próprios filhos, a fim de prepará-los para saber controlar as tensões sociais. Ao mesmo tempo em que essa classe social buscava  conquistar o poder político, consolidava-se seu poder econômico por meio da Revolução Industrial.

No século XIX, com as reivindicações da classe operária para redução das jornadas de trabalho, os trabalhadores obtiveram acesso a um tempo destinado ao lazer. Mas o que fazer nas horas vagas? Junto a isso, intensificou-se o processo de urbanização que criava espaços públicos. Mas como utilizar esses espaços de forma correta?

A classe trabalhadora conquistou, após inúmeros enfrentamentos, a  redução da jornada de trabalho e alguns direitos como o sufrágio universal. Estas conquistas preocuparam a burguesia em relação à forma  como os trabalhadores poderiam aproveitar o tempo de folga. Isso seria uma poderosa arma a ser utilizada contra ela mesma (burguesia), uma vez que com esse tempo de folga e com os espaços públicos disponíveis para os momentos de lazer, seria fácil a criação de movimentos sociais contra a classe dirigente.
Nesse sentido, surgiu a importância de incentivar a classe trabalhadora a aderir à prática esportiva, como forma de ocupação do tempo livre, diminuindo as possibilidades de tensões sociais. “No entanto, o  significado dessa prática para essas classes sociais era outro, o corpo foi o meio, caracterizando-se uma prática mais viril” (RODRIGUES, 2004).
Dentro dessa perspectiva, o esporte assumiu diferentes papéis e um  deles foi de elemento de socialização (para a elite), tendendo a uma prática amadora. Já para a classe trabalhadora, o esporte era praticado de uma forma mais combativa, aproximando-se do que viria a ser, mais tarde, o esporte “profissional”. 

Você está entendendo como o esporte originou-se?

fonte: Livro didático público Educação Física / vários autores. – Curitiba: SEED-PR, 2006. –248 p.
ISBN: 85-85380-32-2

terça-feira, fevereiro 21, 2012

BASQUETEBOL E AS ESTRELAS DO NBA


ORIGENS
“A necessidade aguça o engenho”, foi essencialmente o que se passou com o basquetebol.
Em 1891, o professor de educação física James Naismith, em Massachusetts, EUA, recebeu uma tarefa, a de criar um desporto que os alunos pudessem praticar em local fechado, pois o Inverno costumava ser muito rigoroso, o que impedia a prática do Basebol e do Futebol Americano.
Naismith descartou logo um jogo que utilizasse os pés ou com muito contato físico, pois podia-se tornar muito violento devido às características de um ginásio, local fechado e com chão de madeira.
Logo escreveu as 13 regras básicas do jogo e pendurou um cesto de pêssegos a uma altura que julgou adequada: a 3,05 metros, altura que se mantém até hoje.
A FIBA
A Federação Internacional de Basquetebol, mais conhecida pela sigla FIBA, é uma associação que organiza e regula o desporto a nível mundial. A FIBA também definiu as leis internacionais do basquetebol, quer especificando equipamentos, quer fiscalizando a transferência de atletas entre países, controlando ainda os árbitros a nível mundial.

Conta com 213 associações nacionais federadas, desde 1989, e está organizada em cinco zonas continentais: FIBA África, FIBA Américas, FIBA Ásia, FIBA Europa e FIBA Oceânia.
A NBA
Foi criada em 1946 sob o nome de BAA (Basketball Association of America). Em 1949, fundiu-se com a NBL (National Basketball League) e foi então renomeada NBA. É o campeonato mais competitivo do mundo e onde “habitam” os melhores jogadores do mundo.
Sabia que no início da NBA só podiam jogar jogadores de raça branca, ou seja, caucasianos? Só em 1950, pela primeira vez, os New York Knicks contrataram aos Harlem Globetrotters, o primeiro jogador negro da história da NBA, Nathaniel "Sweetwater" Clifton.

A NBA comanda, soberanamente, os rumos do rico basquete americano. O campeonato é transmitido para 42 países e atrai grandes jogadores de diversas nações, como o espanhol Pau Gasol, o chinês Yao Ming, o alemão Dirk Nowitzki, o canadiano Steve Nash, o brasileiro Leandrinho Barbosa e o argentino Manu Ginobili.
O maior resultado de um jogo de sempre da NBA foi Detroit 186 X 184 Denver, em 1983.

AS ESTRELAS
Sem elas a NBA não seria o que é hoje e perderia o brilho para iluminar o futuro. Ficam aqui os grandes nomes do basquetebol mundial, curiosamente, jogadores e ex-jogadores da NBA.

Wilt Chamberlain (21 de Agosto de 1936 - 12 de Outubro de 1999)
É lembrado como um dos maiores jogadores de basquetebol de todos os tempos, mesmo só ganhando dois títulos da NBA.

Ele atuou em catorze temporadas (1959 a 1973) e vestiu quatro camisas diferentes: Philadelphia Warriors, San Francisco Warriors, Philadelphia 76ers e Los Angeles Lakers. Foi campeão duas vezes: 1966-67 (Philadelphia 76ers) e 1971-72 (Los Angeles Lakers).

Ele estabeleceu uma série de recordes na NBA: pontos (31419). Wilt alcançou a marca de 50,4 pontos por jogo em uma única temporada (1961-62).

Foi o primeiro e único jogador a marcar 100 pontos numa única partida da NBA. O feito aconteceu na vitória de 169 a 147 contra o New York Knicks, em 1962. Por quatro vezes, Wilt foi eleito o melhor jogador da NBA. Em sua última temporada, ele recebia 450 mil dólares de salário por ano.

Kareem Abdul-Jabbar
Foi um dos jogadores mais extraordinários da história do basquete americano. Atuou na NBA por quase vinte anos. Estreou na temporada de 1969-1970, no Milwaukee Bucks, e terminou a carreira em 1989 nos Los Angeles Lakers. Nesse período, bateu uma série de recordes.

Uma das marcas registradas de Kareem eram os óculos de acrílico que usava.

Foi seis vezes campeão da NBA e seis vezes vencedor do prémio de melhor jogador (MVP). Entre 1969 e 1975, jogou no Milwaukee Bucks, passando depois para o Los Angeles Lakers. Desenvolveu um lançamento cujo bloqueio é praticamente impossível, o chamado sky hook (“gancho do céu”).

Outros feitos: Faz parte do Hall da Fama do basquetebol; Possui o maior número de pontos da história da NBA, com 38387 pontos; È o maior bloqueador da história da NBA, com 3189 blocos; É ainda o 2º jogador com maior número de partidas na NBA, com 1560 aparições.

Larry Bird
Jogador completo, com um lançamento de três pontos quase infalível, grande habilidade com as mãos, passes incríveis e agilidade para roubar a bola, foi o ator principal durante os anos da grande dinastia do Boston Celtics nos seus anos dourados. Bird colecionou 3 títulos da NBA.

É ainda visto por alguns como o melhor jogador de todos os tempos, foi protagonista de alguns dos jogos mais incríveis da NBA, lutando com garra até o último instante em todos os jogos. Posteriormente, tornou-se técnico da NBA, também atingindo grande sucesso e fama nessa função.

Magic Johnson
Um dos maiores jogadores da história da NBA jogou no Los Angeles Lakers durante toda sua carreira (1983-1994), tendo vencido 5 campeonatos.

Magic devido às suas mirabolantes assistências fez parte do Dream Team na olimpíada de Barcelona em 1992, e ficou conhecido mundialmente por ser portador do vírus HIV.

Dono de algumas das jogadas mais belas da história da NBA, Magic Johnson tinha uma visão de jogo espetacular, possibilitando-o de assistir os seus companheiros melhor do que ninguém.

Magic Johnson faz parte do Hall of Fame do basquetebol.

Michael Jordan
Considerado pela maioria dos especialistas como o melhor jogador de basquetebol de todos os tempos e por muitos como o mais importante atleta de sempre.

Os seus fãs vêem em Jordan uma combinação singular de graça, velocidade, força, talento artístico, habilidade e um forte desejo de competição. Não há dúvidas de que Jordan redefiniu o conceito de "superstar" da NBA.

Foi eleito o MVP (melhor jogador da temporada da NBA) por cinco vezes, fato somente superado por Kareem Abdul Jabbar e MVP das finais por 6 vezes, fato único na história da liga. A sua pontuação máxima num único jogo foi de 69 pontos, contra o Cleveland Cavaliers.

Um dos seus recordes mais marcantes e uma das provas de sua superioridade no basquetebol é a sua média de pontos durante toda a carreira: 30,1 pontos em quinze temporadas.

É muito conhecido pelas suas entradas para o cesto. Alguns comentadores desportivos afirmavam que ele controlava a gravidade e andava no ar, por isso recebeu o apelido de "Air Jordan".

Outros títulos: Campeão da NBA – Chicago Bulls – 1991, 1992, 1993, 1996, 1997 e 1998; Eleito novato do ano na NBA – 1985; Recorde de pontos consecutivos na NBA - 22 pontos contra o Atlanta Hawks; Eleito MVP da NBA – 1988, 1991, 1992, 1996 e 1998; Maior número de desarmes – 1988, 1990 e 1993; Maior número de pontos em uma única partida de playoffs – 69 pontos contra o Cleveland Cavaliers; Eleito um dos 50 maiores jogadores da história da NBA; Maior concretizador do Chicago Bulls – 29.277 pontos;

Shaquille O'Neal
Com 2,17 m de altura e 142 Kg, é um dos grandes nomes da NBA e consta na lista dos 50 maiores jogadores da liga em todos os tempos. Porém, foi nos LA Lakers que conquistou o maior brilho, ao conquistar 3 anéis de campeão da NBA e sendo nesses 3 campeonatos o MVP das finais.

Nos L.A Lakers também chegou a ser considerado MVP da regular season, onde as equipas disputam 82 jogos.

Seu recorde de pontos num só jogo foi estabelecido no seu dia de aniversário em 1999, num jogo que opunha Lakers e Clippers. Marcou 61 pontos, tornando-se um dos poucos jogadores a atingir tal marca.

Em 2006, pelos Miami Heat conquistou mais um título da NBA. É seguramente o jogador mais carismático da história da liga. Protagonizou também diversos filmes de ação/comédia.

Tim Duncan
Atuando na posição de ala pela equipa do San Antonio Spurs. É considerado um dos melhores jogadores de todos os tempos, pela sua incrível capacidade em executar todas as jogadas de forma simples e eficiente, atingindo resultados impressionantes tanto no ataque como na defesa.

Ele conduziu os Spurs a quatro títulos da NBA em 1999, 2003, 2005 e 2007.


Brasileiros na NBA

A NBA é uma liga extremamente internacional. O Brasil é um dos países que tem talentos de destaque dentro da liga. Então, conheça os jogadores brasileiros que estão atualmente jogando na NBA, incluindo Nenê, Leandro Barbosa, Tiago Splitter e Anderson Varejão.



JogadorLeandrinho Barbosa
Equipe: Toronto Raptors
Posição: Armador
Data de Nascimento: 28-11-1982
Altura: 1,91 mts. / 6-3 pés
Peso: 79,8 kg. / 176 lbs.
País de Origem: Brasil

O brasileiro Leandrinho Barbosa foi escolhido pelo Phoenix Suns no Draft da NBA de 2003. Sua velocidade e o excelente desempenho na Liga Nacional de seu país chamaram a atenção dos olheiros norte-americanos.



JogadorNenê
Equipe: Denver Nuggets
Posição: Ala/pivô
Data de Nascimento: 13-09-1982
Altura: 2,11 mts. / 6-11 pés
Peso: 117,9 kg. / 260 lbs.
País de Origem: Brasil
Selecionado pelo New York Knicks na sétima posição do Draft da NBA de 2002, Nenê, logo foi trocado para atuar no Denver Nuggets. Lá, vem fazendo história como um importante jogador da franquia.



JogadorTiago Splitter
Equipe: San Antonio Spurs
Posição: Ala/pivô
Data de Nascimento: 01-01-1985
Altura: 2,11 mts. / 6-11 pés
Peso: 108,9 kg. / 240 lbs.
País de Origem: Brasil
Tiago Splitter é o novo queridinho do basquete brasileiro. Na última temporada da ACB (Liga Espanhola), a mais importante da Europa, o pivô foi eleito o MVP (Jogador Mais Valioso) e ajudou o Caja Laboral a conquistar o título da competição. Com um excelente desempenho no Velho Continente, Splitter chegou à NBA para ser uma das salvações do San Antonio Spurs no próximo campeonato.



JogadorAnderson Varejão
Equipe: Cleveland Cavaliers
Posição: Ala/Pivô
Data de Nascimento: 28-9-1982
Altura: 2.08 mts. / 6-10 pés
Peso: 104.3 kg. / 230 lbs.
País de Origem: Brasil

Após ser destaque no Barcelona (ESP), Anderson Varejão foi escolhido no Draft da NBA, em 2004, pelo Orlando Magic. Antes do início da temporada, o pivô foi negociado com o Cleveland Cavaliers.



BRASIL VENCE A REPÚBLICA DOMINICANA E ESTÁ DE VOLTA AOS JOGOS OLÍMPICOS DE LONDRES 2012


por Leonardo Ferreira de Jesus E.E. Padre Manuel da Nóbrega

Esse foi o destaque dos jornais no dia 10/09/2011, quando o Brasil derrotou a República Dominicana e voltou aos Jogos Olímpicos que acontecerão esse ano em Londres.

A Seleção Brasileira de basquete masculino venceu a República Dominicana por 83 a 76 no Pré-Olímpico de Mar del Plata, na noite deste sábado, e conquistou classificação para as Olimpíadas de 2012, em Londres, o que não acontecia desde 1996.
O confronto começou muito disputado no primeiro quarto: o Brasil insinuou que ia começar com grande vantagem no marcador. Uma sequência de arremessos de três pontos das duas equipes ocorreu nos cinco minutos finais. Faltando 60 segundos, a Seleção Brasileira vencia por diferença de um ponto: 17 a 16. Hettsheimeir conseguiu uma falta e converteu um dos lances livres. A primeira parcial terminou com a vantagem brasileira muito apertada: 18 a 17.

A República Dominicana chegou a empatar no início do segundo quarto, com arremesso de Villanueva, mas Rafael Hettsheimeir e Marcelinho Machado retomaram a liderança no placar. O jogo permanecia disputado cesta a cesta. Os dominicanos empataram aos sete minutos com Horford, e viraram aos seis, após dois lances livres de Martinez.
O time brasileiro recuperou terreno, mas Machado precisou reunir os colegas em quadra para dar seus alertas. Faltando dois minutos, a equipe comandada por Ruben Magnano vencia por 35 a 33. Não contavam com a astúcia de Villanueva, que marcou dois pontos. Mas Marcelinho Machado, mais astucioso, fez com que o Brasil fechasse o primeiro tempo vencendo por 39 a 36.
O terceiro quarto também começou disputado. Faltando a metade do tempo, a partida estava empatada em 45 a 45. O Brasil marcou muitas cestas de 3 pontos, foi assim que o Brasil fechou mais uma vitória com sua maior vantagem 62 a 57.
O time brasileiro começou o quarto decisivo avançando mais e mais rumo a vaga nas Olimpíadas de 2012: com vantagem de  74 a 64, faltando cerca de quatro minutos. Guilherme Giovannoni cometeu a quinta falta e foi eliminado do jogo. Hettsheimeir também foi eliminado .Ele marcou 14 pontos no confronto. O Brasil precisou manter o sangue frio no minuto final. Ramon acertou cesta três faltando 30s. Mas em seguida, Huertas conseguiu ser alvo de falta e acertou os dois lances livres.
No fim, Marcelinho Machado ainda sofreu falta, mas não era mais necessário converter. Era o fim do jejum de 15 anos. O basquete masculino do Brasil está de volta aos Jogos Olímpicos. A partir daí, os jogadores extravasaram e choraram, aos cantos de “Sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor”.

NOVAS REGRAS DO BASQUETEBOL


Divulgação 
Definidas em 2008, as novas regras adotadas pela Fiba finalmente entraram em vigor no início deste mês. Com o discurso de aumentar o dinamismo do jogo, a entidade máxima do basquete inicia uma aproximação das normas utilizadas pela NBA, a mais popular e bem sucedida liga da modalidade em todo o mundo.

Boa parte das medidas adotadas pela entidade máxima do basquete já eram utilizadas pela NBA, como o garrafão em formato retangular, a maior distância da linha dos três pontos para a cesta e os semicírculos debaixo dos aros, onde não são marcadas faltas de ataque.

Uma das mudanças mais significativas ocorreu na distância da linha dos três pontos. Antes, a área ficava a 6,25 m da cesta. Agora, os arremessadores precisarão superar 6,75 m. Além de dificultar os chutes de longa distância, a medida visa ampliar o espaço de disputa no garrafão."A decisão de mover a linha dos três pontos vai deixar o jogo mais dinâmico. Vai criar mais espaços, porque será mais difícil para a defesa cobrir tanto o garrafão quanto os arremessos de três pontos ao mesmo tempo", disse o secretário-geral da Fiba, Patrick Baumann, durante o Mundial da Turquia. "Por outro lado, já vemos os arremessadores chutando de distâncias enormes, essa mudança provavelmente não vai diminuir os acertos de três pontos".

Novo gerente técnico da Liga Nacional de Basquete e ex-treinador do Brasília, Lula Ferreira acredita que a alteração na linha dos três pontos não mudará o estilo de jogo brasileiro. Para o ex-técnico, o excesso de chutes do perímetro continuará apesar das novas regras implementadas pela Fiba. “Esses 50 cm serão rapidamente absorvidos. O que temos que mudar é que o chute de três virou primeira opção, o que não pode ocorrer. Ele precisa ser consequência de uma defesa bem armada pelo adversário no garrafão”, opinou Lula.

A adoção das novas regras na próxima edição do NBB motivou a Liga Nacional de Basquete a organizar uma pré-temporada para os árbitros. Durante três dias, 48 profissionais estiveram reunidos com o intuito de discutir as normas e buscar uma padronização dos critérios.

VEJA AS DIFERENÇAS NAS MARCAÇÕES DA QUADRA COM AS NOVAS REGRAS

Divulgação 


Presente nas Olimpíadas de Sydney-2000 e Atenas-2004 e nos Mundiais de 1998 e 2002, o árbitro Carlos Renato dos Santos, conhecido como Renatinho, acredita que as novas regras da Fiba serão benéficas à modalidade. O oficial, porém, acredita que as normas não trarão grandes mudanças ao trabalho da arbitragem. “As novas regras não mudam muito as coisas para nós. A não marcação de faltas de ataque debaixo da cesta, por exemplo, já era adotada pela arbitragem. O semicírculo só ajuda o árbitro a visualizar melhor”, opinou Renatinho. “Temos que padronizar os critérios da arbitragem como um todo para que não haja divergências. Para isso que é importante a pré-temporada. É quando conversamos e tiramos as dúvidas”

Apesar da avaliação positiva das novas regras entre técnicos, jogadores e árbitros, a própria Fiba admite que as normas podem trazer alguns problemas de adaptação. "Talvez tenhamos dificuldades, no ínicio, com o feminino e com os jogos de categorias de base. Precisamos olhar com atenção ao impacto para nessas áreas", comentou Baumann.


NOVAS REGRAS DA FIBA EM VIGOR
Garrafão  -  Formato da área restritiva deixa de ser um trapézio e se torna retangular

Linha dos três pontos  -  Distância da marca aumenta de 6,25 m para 6,75 m

Linhas para reposição lateral   - Foram criadas duas linhas na lateral da quadra, onde ocorrerão as reposições de bola após tempo técnico nos dois minutos finais de jogo e da prorrogação

Semicírculos -  Instalados debaixo dos aros, semicírculos delimitam área onde não serão marcadas faltas de ataque

Relógio de 24s  -  Caso haja paralisação na quadra de ataque com mais de 14s no tempo de posse de bola, a cronometragem será mantida. Se restarem 13s ou menos no momento em que o jogo é paralisado, o relógio deve ser ajustado para 14s.

fonte:http://www.jvaonline.com.br/novo_site/ler_noticia.php?id=86545